CURITIBA

Férias ♡ Curitiba

27 de fevereiro de 2019

Curtir as férias é uma das melhores coisas que podemos fazer por nós mesmos. E digo curtir porque não basta estar de férias e não fazer nada de criativo e novo com o nosso tempo. Que seja para turistar na própria cidade: a gente precisa sentir que algo diferente está acontecendo, caso contrário, pelo menos comigo, a gente não desliga da rotina e ainda se sente bombardeada por pensamentos de culpa vendo nossos amigos e familiares saindo para trabalhar todos os dias.

Em 2017 usei minhas férias para fazer um intercâmbio. Apesar de ter ido sozinha (parte triste), aproveitei muito e voltei com a mente explodindo com o tanto que vivi em 1 mês no Canadá.

Dessa vez não foi diferente. Desde que eu e Hugo nos casamos, não tínhamos viajado sozinhos nenhuma vez (nem na lua de mel). E também nunca conseguimos tirar férias na mesma época. Quando a oportunidade surgiu no comecinho do ano, agarramos com todas as forças. Traçamos o nosso roteiro, listamos lugares para onde queríamos muito ir e partimos arrumar as malas.

Começamos por Curitiba que nos recebeu com bastante frio: 16 graus!
Ficamos no hotel Go Inn (estilo Ibis), a uma quadra do Shopping Curitiba e próximo de vários outros lugares que estava no nosso roteiro (que apesar de ter listinha e tudo, era bem livre).

ROTEIRO / DIA 1
Museu Oscar Niemeyer
Ópera de Arame
Caramelodrama
Hard Rock Café

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VIAGENS

Depois de 5 anos…

6 de fevereiro de 2019

Depois de 5 anos de casalzinho Thallen e Hugo, essa é a nossa primeira viagem juntos! Duas semaninhas de férias antes do nosso 2019 começar 😅

Já passamos por Londrina, Ibiporã e Cambará (cidade onde nasci). Parente pra cá, parente pra lá… Pra ver todo mundo teríamos que ficar uma semana inteira só nessas 3 cidades, mas foram só 3 dias. Apesar de curtinho foi muito bom… Cidades pequenas têm outro ritmo, outro clima… Foram 3 dias de muitas histórias, de longos momentos a mesa curtindo conversas olho no olho, sabe?

Fazia 5 anos que não via minha vó e foi tão gostoso estar com ela de novo que nem foto lembrei de tirar…. Na verdade não lembramos de tirar foto com nenhum dos parentes, literalmente esquecíamos do celular quando estávamos com eles 🙂

Essa também é a nossa primeira viagem de carro sozinhos 🙂 o que faz com que toda e qualquer parada seja diferente e especial! <3

Abastecemos a câmera Instax com filmes e todos os dias a usamos pra fazer o registro em pelo menos um dos lugares por onde passamos… Essa aí de cima foi passando por Maringá.

Depois de passar por essas três cidades, seguimos para Curitiba (de onde estou compartilhando esse post) curtir a capital que nos recebeu com um clima gelado, 16 graus (SIM!).

Já visitamos vários lugares no primeiro e segundo dia que logo quero compartilhar aqui… Nos vemos no próximo post? Até depois! 😘

COMUNICAÇÃO

TER OU NÃO TER UM BLOG?

25 de janeiro de 2019

Durante anos ensaiei para ter um blog. Já pensei em todos os assuntos possíveis que eu gostaria de abordar e que me fariam, de certa forma, especialista naquilo. Todo mundo tem assuntos que gosta de ler, pesquisar, falar… Ainda que não tenha relação nenhuma com o que faz ou trabalha.

Comecei com um blog de fotografia, inspirada nos fotógrafos que eu amava (Érika Verginelli, Larissa Margulies, Renata Marques, The Kreulichs, Jasmine Star, Marina Lomar, Tudo Vira Foto – que inclusive fotografou o meu casamento). Depois criei um blog de viagens e decoração “Viaje e Decore”, tive também um sobre cabelo cacheado “Cacheada Todo Dia”, e um sobre desenvolvimento pessoal (antes deste aqui) que chamei de “Medo de Salto Alto”, inspirado no livro sobre criatividade Grande Magia, da Elizabeth Gilbert.

Gastei horas e mais horas pensando no nome, criando uma conta de email, buscando por layouts legais e gratuitos, rascunhando os conteúdos editoriais, tirando foto para posts, criando uma programação mensal para depois de algum tempo desistir.

“Será que esse é o meu assunto mesmo? Será que consigo contribuir nessa área, mesmo não sendo a minha?” entre outros pensamentos que tomavam conta e me convenciam de que mais um blog no mundo não faria a menor diferença. Era como se eu não conseguisse enxergar todas possibilidades que o blog traria pra mim.

Vou te falar, é difícil começar. Temos essa dificuldade de ser e compartilhar as coisas simplesmente. Continuamos achando que para tudo precisa de produção ou de muito estudo e experiência (me incluo nessa). Também somos muito bons em comparar, em encontrar o ideal e acreditar que nossos primeiros passos precisam ser tão profissionais quanto da pessoa A e B.

Antes de pensar em abrir um, você sabe por que quer abrir um? Para quê serve um blog?

PARA QUÊ SERVE UM BLOG?

Deixa eu te contar uma breve história! Lá em 1997, um cara chamado Jorn Barger desenvolveu um sistema pra compartilhar todas as coisas legais e interessantes da internet (pensa, naquela época). Ele deu o nome de weblog para esse sistema. Mais tarde, um outro jovem chamado Peter Merholz dividiu esse termo em wee-blog até mais tarde ser encurtada para “blog” somente.

Esse tipo de sistema virou febre (1999) e com o tempo várias pessoas começaram a construir o seu para falar sobre diversos assuntos, mas a maioria deles funcionava como um diário pessoal. A ideia deu tão certo que hoje ele é usado por empresas como estratégia de comunicação de marketing (de comunicação para tornar “palpável” o seu universo através de fotos, textos, vídeos, gráficos, desenhos… E marketing porque ele é porta de entrada para o site de diversos e-commerce o pode ser estratégico para as vendas – quem faz isso muito bem é a Farm com o blog Adoro).

Então seja para fazer parte da estratégia de uma marca (pode ser que você tenha uma) ou simplesmente para compartilhar sobre seus assuntos, ainda acredito que o blog seja uma ferramenta atemporal e ótima para comunicarmos quem somos, o que fazemos, nossas ideias e visão de mundo.

Hoje usamos muuuito o Facebook e Instagram pra isso, mas nenhuma dessas duas podem ser tão personalizadas quanto um blog. Também acredito que ele não seja para qualquer um… É para quem está disposto a dedicar um tempo para a criar conteúdo e contar histórias.

O EXERCÍCIO DE ESCREVER

Nunca me achei boa em redação. Parece que sempre precisei de mais tempo do que as outras pessoas para organizar minhas ideias e colocá-las no papel. “Escreva sobre isso…” de repente aquele branco – me imagine paralisada – sem saber por onde começar.

Mas adivinha, nossa escrita só se desenvolve quando escrevemos. Nossa linha de pensamento vai ficando cada vez mais afinada quando fazemos o exercício de criar algo. Escrever é assim!

Existem pessoas que escrevem para si mesmas como uma forma de organizar os próprios pensamentos. Outras fazem isso também para organizar as ideias, mas muito mais para que outros possam se inspirar e ter insights através dos seus conteúdos e experiências (meu caso). Continue Reading

APRENDIZADOS

APRENDIZADO COM GISELE BUNDCHEN

4 de janeiro de 2019

 

Ilustração Julia Packan

Terminei 2018 e comecei 2019 com o livro da Gisele Bundchen. Uma surpresa bem feliz porque não esperava ler uma carta tão aberta e sincera sobre ela.

São 238 páginas sobre determinação, resiliência, valores pessoais, empatia, família, força, vulnerabilidade, persistência, independência, consciência, humildade e busca… Muita busca (onde mais me identifiquei).

Sou o tipo de pessoa que ama conhecer a história de vida de outras pessoas. Gosto de entender melhor de onde elas vieram, que dificuldades e lutas enfrentaram pra que chegassem onde estão hoje.

É um bom tempo para ouvir, imaginar todas as cenas daquela história e também de se conectar um pouquinho com quem estamos tentando conhecer mais a fundo. Depois que conhecemos a história do outro a conversa parece que ganha outro tom. Ficamos mais empáticos, mais ligados com o outro.  

Acho que esse é o barato de uma biografia, a leitura flui porque estamos ali “ouvindo” a personagem, interessados nas suas experiências.

Voltando para o livro (rs!), a história da Gisele, aquela que não aparece nos sites, nas revistas, tem uma mistura de “sorte” com oportunidades bem aproveitadas e uma dose bem farta de disciplina. Em todo o livro isso é muito claro. Ela descreve todos os passos da sua vida e carreira desde que fez um curso de modelo, aos 14 anos, até os dias de hoje. Mas o que eu mais gostei foram dos relatos sinceros e de “gente como a gente” que são compartilhados no decorrer da narrativa, como as dificuldades que enfrentou com a própria aparência, a rotina de continuar trabalhando e cuidar de 2 filhos, de ter trabalhado por anos numa indústria que só se preocupa com a perfeição estética, entre outros relatos que descostura aquela imagem de super modelo perfeita que a gente criou.

“O que as pessoas dizem não tem quase nada a ver com você, e quase tudo a ver com elas”

Mesmo sendo uma mulher com muitos privilégios (como ter o auxílio de várias pessoas com todos os seus compromisso e condições financeiras que permitam uma vida mais flexível e próspera), ela trabalhou muito para ter a vida que tem hoje.

Uma das minhas partes preferidas é quando ela diz que muitas pessoas até poderiam enxergá-la como cabide, mas que em todo tempo ela estava atenta para aprender mais sobre o universo da sua profissão. Com o tempo foi entendendo qual era a luz que mais favorecia suas fotos, as melhores poses e expressões, a maquiagem, o enquadramento, o cabelo, a montagem das peças… Não só isso, como aproveitou todo esse aprendizado para ajudar profissionais que tinham menos experiência durante a sua jornada.

“A melhor forma de aprender a fazer alguma coisa é fazendo. Dia após dia, meu trabalho me deu a oportunidade de estar cercada por equipes de pessoas incrivelmente criativas. Tive ótimos professores. E me propus a absorver e a analisar toda e qualquer coisa ao meu alcance”

Além desses assuntos todos que ela compartilha no livro, três outras coisas que também acho importantes se atentar no dia a dia (mesmo com a correria da vida):

– Prestar atenção quais são as áreas da nossa vida que mais precisam de atenção (não ser negligente com a gente mesmo);
– Se atentar aos sinais que o nosso corpo dá;
– Reconhecer os nossos sentimentos, entender porque estamos sentindo aquilo e praticar a autocompaixão.

Resumindo? Virei fã! 🙂

Isso aqui tá longe de ser uma resenha, viu? É só uma dica de leitura mesmo pra você que quer começar 2019 com um livro mais leve! Se você gostou desse pouquinho inho que compartilhei  aqui, certamente vai curtir ele todo!

Até o próximo post!